quarta-feira, 5 de março de 2008
Frase do Dia
terça-feira, 4 de março de 2008
A Força dos Estudantes do CESUBE
Na noite de terça feira, os estudantes deram um banho de cidadania, com um abraço simbólico na instituição contra os ataques do Prefeito Anderson Adauto, o mensaleiro.
Estiveram presentes, o Presidente da Câmara, o que defende o nepotismo, pagando R$ 30.000,
A Comunidade acadêmica em peso esteve presente e não sentiram intimidados pelos discursos feitos pelos nossos representantes. Não queremos favores, queremos simplesmente que cumpram a lei, ou que nossos algozes façam-na ser cumprida.
Agora, é tarde demais vaquinhas de presépios do prefeito, o Judiciário está fazendo seu papel em nome do povo. As parcelas em atraso estão sendo pagas rigorosamente, pelo prefeito. O povo , não vai mais permitir que corrruptos digam o que devemos fazer. Quem manda nesta cidade é o povo. E vamos mostrar nossa força.
Foi aprovado Moção de Repúdio contra o Prefeito, onde toda comunidade do CESUBE, se sentiu aliviada, em perceber que, em ano eleitoral, quem manda é o povo.
O Presidente do Legislativo sinalizou com promessas de ajuda a instituição, com o aval do prefeito, destinando verbas da própria Câmara. Isso nos soa como caridade. Acorda seus medíocres, não vamos mais cair em discursos falsos. Aprendemos a lição. Agora iremos fiscalizar e cobrar ações efetivas.
MOÇAO DE REPÚDIO AO PREFEITO DE UBERABA EX-MINISTROS DOS TRANSPORTES ANDERSON ADAUTO
Uberaba 04 de fevereiro de 2008
O DCE/CESUBE 08 de Outubro, vem a público repudiar a conduta do Prefeito de Uberaba Anderson Adauto, pelo o tratamento desleal e irresponsável para com o CESUBE, denegrindo a imagem da instituição e dos professores que lá trabalham que foram chamados de moleques pelo alcaide. Repudia também seu envolvimento no escândalo do mensalão e a forma inconseqüente no trato de questões publicas.
Durante o período de mandato do Prefeito Anderson Adauto, a FUMESU/CESUBE foi tratada com descaso próprio daqueles que ao contemplar o próprio umbigo e na vastidão de sua arrogância não se revestem da competência necessária à boa administração. Daquele quê contido em sua própria ignorância não reconhecem que fechar escolas é abrir casernas e involuir socialmente.
Por outro lado, sem menos importância, é público e notório o envolvimento do Prefeito e Ex-Ministro dos Transportes, em escândalos de corrupção estampados na imprensa local e nacional, manchando o bom nome de nossa cidade e de seu povo, causando-nos constrangimento.
O povo desta cidade não pode pactuar com um indiciado por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e prática de caixa 2, onde, em seu depoimento recente, mentiu ao dizer que intermediou encontro com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-deputado federal Romeu Queiroz, que foi desmentido por este, em seu depoimento na justiça dia 26/02/08
"(...) a política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benéfico de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou o conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal da forças de uma nação consciente e senhora de si mesma; A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada." .
Neste sentido cumpri-nos dizer, que não iremos compactuar com a corrupção em nossa cidade, bem como, permitir que esta instituição, ou seja, a comunidade acadêmica, docente e servidores se curvem aos atos nefastos deste ente público em destruir anos de sonho e de trabalho.
Troféu Óleo de Peroba
Pílulas - Debandada no governo municipal
Enquete da Câmara
domingo, 2 de março de 2008
Pílulas de CRÉEEUU!
1- Ação Civil Pública, movida pela classe estudantil do CESUBE, com apoio da sociedade uberabense, já deu resultados, o “marmota” do Prefeito já efetuou duas parcelas do dinheiro em atraso á instituição. Para quem dizia que não iria pagar, agora está cumprindo com a obrigação. É isso ai.
2- Quem pensa que o Promotor Jose Carlos Fernandes está de brincadeira, se engana, ele vem dando mostras de que a sociedade não esta a deriva, a justiça ainda é o melhor caminho para garantir os direitos sociais. E o povo está reagindo. Parabéns ao MP! Nossa cidade precisa resgatar sua dignidade.
3- Os estudantes do CESUBE, aprovaram em assembléia geral, que vão lutar para defender a instituição. Em uma demonstração de cidadania, irão no dia 04/03/08 ás 19:30, realizar uma manifestação, convocando a sociedade a dar um abraço simbólico, em defesa das agressões feitas pelo mensaleiro.
4- Temos que ter orgulho dos estudantes do CESUBE, lembrando que, em 2005, fizeram abaixo assinados e protocolaram ao Ministério Publico pedindo o fim do nepotismo, agora, corre abaixo assinado, pedindo que a Câmara Municipal aprove em caráter de urgência projeto pondo fim na corrupção em nossa cidade, como também, pedindo que os vereadores devolvam ao erário publico dinheiro que está pagando (R$ 30.000,00) a um advogado, para defender a safadeza que rola no meio de nossos representantes. Não vamos deixar barato!
5- Estaremos informando a sociedade, dos fatos nefastos da política que acontece em nossa cidade, queremos resgatar a dignidade e o bom nome de Uberaba. Ficaremos de olho, estaremos exercendo a cidadania, iremos fiscalizar e cobrar. Pode apostar!
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Ação Popular
“Qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise anular o ato lesivo ao patrimônio público ou entidade que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico cultural, ficando o autor, salvo comprovada má fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência” é o que dispõe nossa Constituição Federal. O direito de todo cidadão poder ser um fiscal dos atos e contratos administrativos garantido pela Constituição Federal, através da ação popular, torna-se uma garantia da participação democrática do próprio cidadão na vida pública, baseando-se no princípio da legalidade dos atos administrativos e também no conceito de que a coisa pública é patrimônio do povo, firmando assim a sua titularidade de cidadania, exercendo seus direitos políticos. Logo, se o patrimônio do Estado é público, conforme nos garante a Constituição, cabe ao povo a fiscalização referente à sua conservação e preservação.
Os requisitos para se propor uma ação popular são os mesmos que os de qualquer outra ação, ou seja, possibilidade jurídica da ação, interesse de agir e legitimidade para a causa. O objetivo de uma ação popular deverá ser a impugnação, de um ato ou omissão da administração pública, obrigatoriamente, lesivo ao patrimônio público, caso contrário, perde-se a possibilidade jurídica da ação.
Depois de proposta a ação, caberá ao juiz a decisão pela procedência ou não da ação. Caso ele decida pela procedência, o ato será inválido e haverá a condenação dos responsáveis ao pagamento de perdas e danos aos beneficiários, condenação dos réus às custas e despesas com a ação e honorários advocatícios e a produção de efeitos de coisa julgada.
Se julgar improcedente, deverão ser investigadas as causas de sua improcedência, para analisarem seus efeitos, como observa Alexandre de Morais: “Se a ação popular for julgada improcedente por ser infundada, a sentença produzirá efeitos de coisa julgada erga omnes (para todos os cidadãos), permanecendo válido o ato. Porém, se a improcedência decorrer de deficiência probatória, apensar da manutenção da validade do ato impugnado, a decisão de mérito não terá eficácia de coisa julgada erga omnes, havendo possibilidade de ajuizamento de uma nova ação popular com o mesmo objeto e fundamento, por prevalecer o interesse público de defesa da legalidade e da moralidade administrativas, em busca da verdade real”.
Aí está uma forma de controle administrativo dos atos praticados por nossos representantes. O conhecimento é o início da caminhada, o decorrer do percurso fica por conta da consciência da cada cidadão!
Pílulas Matinais
Combatendo à corrupção, por Carlos Nogueira*
Tão grave quanto a própria corrupção é a naturalização dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”. O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito.
Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam o deterioramento do convívio social.
A experiência da Amarribo no combate a corrupção municipal nasceu da constatação de que não adianta implementar projetos de desenvolvimento humano antes de neutralizar a ação daqueles que se dedicam ao desvio do dinheiro público.
Acreditamos que ao enfrentar a corrupção, criamos meios para acabar com a carência crônica de verbas que afeta milhares de municípios brasileiros. Além disso, a administração ética dos recursos públicos melhora a qualidade dos serviços básicos oferecidos a população, equilibra a circulação de recursos e possibilita a geração de novos empregos.
Saiba mais sobre o tema na publicação “O Combate à Corrupção nas Prefeituras do Brasil"
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Pílulas Matinais
- Fico curioso em saber se Anderson Adauto "está seguro" depois das declarações do ex-deputado Romeu Queiróz, que jogou para o nosso prefeito a culpa pelo mensalão. Mais uma vez ele vai colocar a culpa na imprensa. Afinal isso é um factóide criado por ela. Uma notícia pequenininha. É pouco o dinheiro nosso que está envolvido nesse esquema todo...
- A imprensa local destacou o fato dos vereadores não terem comparecido à prestação de contas do secretário da fazenda na Câmara. Cá para nós, de que adiantaria? Temos que exaltar são os vereadores que permaneceram lá, que são verdadeiros guerreiros, por suportarem um assunto tão chato, para não ser resolvido absolutamente nada. Até quem tem um mínimo de bom senso e vontade de brigar, nem perde tempo questionando prefeito ou cobrando fiscalização dos vereadores. Com esse povo da prefeitura, lamentavelmente só tem conversa na justiça.
- Falando em justiça, a oposição semana passada finalmente agiu da maneira correta. Em vez de fazer discurso e usando de um artifício inútil chamado pelos vereadores de requerimento (do qual falarei mais adiante), a oposição procurou o ministério público para investigar as obras do Centropark na Univerdecidade. Se os parasitas alojados no histórico prédio da praça Rui Barbosa se recusaram a fazer uma investigação (o que deixa o prefeito ainda mais "seguro"), alguém tem que fazê-la.
- Não pensem os vereadores que vai ficar barato essa coisa de contratar advogado com nosso dinheiro para cuidar de interesses próprios. Em ano eleitoral, em vez de pensarem em melhorar suas imagens perante o público, eles preferem insistir na prática que já foi condenada pela população.
- Muito obrigado ao jornalista Fabiano Fideles, do Jornal de Uberaba, por indicar este blog em sua coluna "Gente, coisa & fatos"!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Anderson Adauto e a imprensa
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Balanço do governo: mais falácia (alguém esperava outra coisa?)
Mesmo com uma platéia desatenta e dispersa, ele, nosso ator mambembe, falou das obras e dos dados levantados, que jamais poderão ser desmentidos, pois, os números não metem, segundo ele. Em uma apologia relevante e convincente, inerente a todos os políticos que pedem perdão ao povo em ano eleitoral.
Vamos ao óbvio, que muitas vezes deve ser explicado. Nosso artista, apresentou dados da saúde dizendo que aumentou os atendimentos e os números de médicos e servidores, isso em relação á administração anterior. Quem não se lembra do fechamento do Pronto Socorro do Hospital Escola da UFTM, em 2001, em seu maior colapso da saúde? Pois bem, em 2003, foi feito um ajuste de conduta entre o Ministério Publico, Prefeitura e a UFTM, onde este ultimo, só iria atender urgência e emergência, ou seja, média e alta complexidade, e o município assumiria sua responsabilidade em prestar atendimentos primários, que seria, ambulatorial, pequenas cirurgias e consultas específicas. Ora, não foi por promover uma saúde de qualidade que teve um índice tão alto, foi por força de lei. Sem contar da pactuação entre o Município e a UFTM, que em muito, ele, não vem cumprindo. Isso não foi dito. O fechamento de postos de saúde então? Omitiu também, claro. E por último, mas não menos importante, quem não se lembra da epidemia de dengue, já comentada por nós, quando o secretário de saúde era Alaor Carlos?
Outra falácia que chega a ser cômica, é dizer que ele foi quem transformou a Faculdade de Medicina na Universidade Federal do Triangulo Mineiro, e ainda, dramatiza dizendo, que os filhos dos operários, ou assalariados, poderão pleitear uma vaga federal. Não conhece a realidade brasileira, é claro.
Fez um parêntese para dizer do CESUBE (devido à nossa presença) acreditando que arrancaria palmas. Reafirmou que o contrato entre a prefeitura e o CESUBE, foi cumprido em seu governo, onde manteve em dia os repasses, que este contrato foi firmado na administração anterior, e que cumpriu só dois anos, e ele três. Mas, que esta instituição deveria fazer parcerias para ter uma vida financeira independente. E que quer debater este assunto na audiência publica.
Escondeu da platéia, o compromisso feito com os alunos e professores e referendado em seu plano de governo, de que, manteria os repasses em dia, e que aumentaria a verba para a instituição. E já que ele gosta tanto de números, foi durante 2005, quando o Diretor da FUMESU era escolhido pelo prefeito, ele fez questão de "manipular" os números para alegar a inviabilidade do CESUBE, afirmação esta que foi desmentida por uma auditoria.
Trago aqui, alguns pontos que podem ser contestados facilmente desta administração, uma vez que não foi feita uma pesquisa de satisfação com a população, para saber de fato do que os cidadãos pensam. Não desmerecendo os artistas, que usam maquiagem para incorporar um personagem em uma inversão da realidade, criando a fantasia e a ilusão, comparo o prefeito Anderson Adauto como um ator político. Não podemos esquecer que ele responde por processo de corrupção, que seus atos já demonstraram ser imorais. A sociedade não pode ficar alheia a estes fatos.